Foi na década de 90 que o mundo conhecia os primeiros exemplares de fotografia digital no mercado. Mas foi somente a partir de 2000 que a tecnologia realmente dominou o mercado de fotografia. Hoje, há pessoas que nem sabem o que é “filme”, “fotografia de filme”, a tal da fotografia analógica.
A palavra analógico é empregada hoje para descrever todo processo que não é digital, ou seja, não se baseia em dígitos (zeros e uns).
Simplificando bastante, era feita com processos físicos e químicos. É aplicada em uma superfície, uma emulsão sensível a luz, como por exemplo grãos de haletos de prata, e quando expostos a luz, gravavam os fótons, “foto-grafia”. Essas superfícies que podiam ser placas ou películas, depois de expostas, precisavam de agentes químicos para revelar, e fixar as luzes e sombras. A partir daí você tinha um negativo (ou slide, que é positivo). Então, a partir do negativo fazia-se a cópia.
A cópia, também chamada de “ampliaçao“, quando não é feita por minilabs automáticos, é feita através de um ampliador, diretamente num papel também sensível a luz, papel fotógrafico, que também passa pelos processos de revelação e fixação. A técnica do laboratorista durante a ampliação é que dá o toque final e artístico da cópia. Então, ou você era um bom laboratorista, ou tinha um bom laboratorista.
| Maquina Analogica |
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